17 de novembro de 2014

Sou a maior retrógrada da atualidade

Gosto de amores à moda antiga, de galanteios bem pensados e subtis, gosto de escrever em papel, de abandonar o computador e perder-me nas páginas de um caderno. De café de cafeteira, do cheiro de bolo sem sabor acabado de fazer, do estrugido no tacho, sem bimby's nem bimbas, de abraços sinceros, de adormecer no sofá com uma manta. Gosto de homens que lutam pelo coração de uma mulher, de olhares que despem a alma, antes de despir a roupa, de corpos despidos por verdadeiras sensações, de sentimentos sinceros. Gosto das cartas em deterimento das mensagens, dos telefonemas à luz da lua e não do ecrã do computador, dos passeios pelos jardins e não pelo centro comercial.

femininaonline.blogspot.com


Enfim, gosto de ser da velha guarda. 



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